Alex Connter, Estudante de Direito
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Alex Connter

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Robinson Araújo
Comentário · ano passado
Sou vítima de falsa acusação de agressão moral.
Como ela sabia não ter direito a metade dos bens, pois boa parte era minha de solteiro, fez tudo bem orientada.
O advogado dela inicialmente me ligou tentando me coagir, forçando que eu assinasse um acordo.
Ela foi criando situações tentando me forçar.
Até que esperou eu sair para trabalhar, foi em casa, esvaziou de todos os itens pequenos e de valor, além de meus remédios controlados e cartões, para após se encaminhar a uma delegacia e fazer queixa de agressão moral.
Ela argumenta que eu levava meu amigos em casa para amedronta la e que não era agredida fisicamente porque ficava trancada no quarto.
Dois dias depois sou acordado por uma oficial de justiça e sou obrigado a sair do meu lar, conquistado com todo suor de 18 anos de trabalho, em 15 minutos, nunca mais retornando desde então (17/08/2018)
Era meu aniversário de 40 anos, festa pronto no espaço gourmet mas ela argumenta que a casa era dela e que eu não tinha direito de fazer festa alguma sem sua permissão.

Trinta dias depois audiência de conciliação, nada se fala de agressão, o advogado dela todo sorridente diz: Não queremos te fazer mal, somente queremos que você assine um acordo nos nossos termos.
Meu advogado fica indignado e o advogado dela informa que entrou com o divórcio na Vara da Violência Doméstica.

Ela se recusa a audiência de conciliação, mas eu solicito e acontece trinta dias depois.
Abro mão de muita coisa, inclusive do carro que eu havia dado de presente a ela dias antes do pedido de divórcio, mas ela tenta tirar o máximo possível.
Ofereço um valor para ela abrir mão de questionar pelos meus bens de solteiro, ela se nega, acha pouco, ela também exige que eu pague o advogado dela.

Sem acordo junto as provas.
Nossas conversas de Whatsapp demonstrando a boa convivência e a ausência dos fatos relatados.
As câmeras do prédio, demonstrando que ela recebia um homem em casa sempre que eu saia, ela esvaziando a casa, retirando meus remédios, e a ausência de visitas dos meus amigos como ela relatava.
Apresento o extrato das contas os quais ela limpou na véspera de entrar com os pedidos.

Vendo que estavam sem argumentos o advogado dela envia uma mensagem para meu advogado dizendo que eu estou em medida protetiva e não posso utilizar dessas provas (videos, extrato bancário) e me dá 48h para assinar um acordo ou irá pedir a ampliação da medida protetiva, ou seja, minha prisão.

Me recuso e assim é feito, ele diz que eu a monitoro e persigo por ter apresentado os vídeos de segurança do prédio e o extrato das contas onde fica claro que ela sacou todos valores da conta e transferiu para sua tia.

Ela também junta um email onde um primo dela relata que me encontrou em uma concessionária de carros e eu denegri a imagem dela e da família (fato criado)

Paralelo a isso denuncio o advogado dela. O mesmo é servidor público, registra o ponto e sai para advogar de forma particular, registrando o ponto ao final do expediente.
Demonstro por meio de atas de audiência que tal fato procede.

O denuncio na OAB também, primeiramente pela mensagem ameaçadora, após por descobrir que depois de eu ser retirado do imóvel eles continuaram a indicar o endereço de onde fui afastado para enviar as intimação, sendo que fui intimado, alguém que estava no imóvel se recusou a receber a intimação e fui julgado a revelia. Também o denunciei por apresentar endereço falso, pois descobrimos que ele apresenta um local que não existe, morando em uma chácara escondida. E, como se já não bastasse o restante, descobrimos que ele responde por leão corporal a esposa, a qual advoga em conjunto com ele e conforme sumula da OAB, há impedimentos para exercer a função a aqueles que tem processo criminal por agressão a crianças, idosos e mulheres.

Me sinto com muito medo, pois as ameaças só aumentam mas a justiça não enxerga, ela comete os atos que me prejudicam e agridem e eu inocente e sem casa tenho que me calar.

Dois dias depois sou acordado po
Trinta dias depois na audiência da suposta agressão

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